Estamos a 5 dias do aniversário dos 41 anos de existência do Jornal do Porto impresso. Na história de Porto Ferreira, dezenas de jornais impressos circularam no município no último século e todos indistintamente tiveram sua participação efetiva na vida democrática ferreirense. Cada um com o seu objetivo editorial.

O jornal “O FERREIRENSE” (da Família Fenilli) foi o hebdomadário que mais tempo circulou em Porto Ferreira, por pouco mais de 63 anos. Dentre as dezenas de jornais impressos que circulou na terra de João Ferreira, o Jornal do Porto chega neste próximo dia 5 de junho à segunda maior marca da história ferreirense, com seus 41anos de circulação ininterrupta e em plena era digital, com toda sua evolução tecnológica.
Lamentavelmente, nos últimos tempos o Jornal do Porto impresso deve ter provocado, não sabemos explicar muito bem, se é raiva, ódio, inveja, falta de caráter, falta de profissionalismo, falta da ética, falta de capacidade, falta de moral, falta de decência em alguns indivíduos, como certos políticos e até mesmo outros que militam no “jornalismo profissional” através da internet e que buscam nos atingir de forma bestial, isto, no sentido ortográfico brasileiro.
Dizem que o Jornal ganha rios de dinheiro público. Ora, por que será que eles não abrem um jornal, se é tão bom negócio assim? Será que até para isso são incompetentes? Também dizem que o Jornal é imprensa marrom, que é parcial e que até polui o meio ambiente (santa ignorância), e que o Jornal deveria ser gratuito.
Ora! Por que será que eles não trabalham gratuitamente para o município para que esse dinheiro se reverta à prefeitura para que esta possa comprar, remédios, ambulâncias, como é sugerido? Criticam-nos dizendo que papel aceita tudo. Sim, eles estão cobertos de razão, pois aceita tudo sim. Aceitou até que esses elementos também escrevessem no Jornal do Porto até poucos dias atrás.
Enfim, são maneiras que os incompetentes e desonestos de propósitos encontram para saciar os próprios sentimentos a respeito da conduta de um veículo de comunicação impresso que consegue ter, em plena era digital, assinantes, anunciantes e certamente muito mais visibilidade do que certos sites locais, que não conseguem sair do mundinho escuro em que estão mergulhados e que promovem gratuitamente confrontos de ideias, ideais e ideologias com o único intuito de captar visualizações não conseguidas por credibilidade própria.
No início destes 41 anos de existência do Jornal do Porto frequentamos muitas vezes a redação do jornal A Gazeta Esportiva, em São Paulo, onde trabalhava o querido amigo jornalista Tito Livio Sobolewski, que já conhecia Porto Ferreira, pois vinha com frequência em nossa cidade, e que em pleno regime militar topou ser o primeiro jornalista responsável do Jornal do Porto, o que muito nos honrou pela sua confiança depositada em nosso conceito de trabalho, e assim, a nossa responsabilidade aumentou, pois era um jornalista íntegro e decente, com respeito, é claro, a todos os bons jornalistas que conhecemos; ele era redator chefe de um dos jornais de maior circulação do Brasil, A Gazeta Esportiva. Tito foi jornalista responsável do Jornal do Porto de 5/6/1977 até 1981, quando assumiu esta função, como jornalista provisionada, a professora Mafalda Alzira Scheffer Bellini, que permaneceu por muitos anos até a contratação do mestre jornalista Carlos Augusto Colussi (de 2006 a outubro de 2016) e André Luís Bellini (outubro/2016 e atual editor).
Na redação de A Gazeta Esportiva sempre estivemos acompanhados pelo saudoso amigo ex-vereador Renato Fiocchi, também amigo do Tito Livio, e conhecemos vários jornalistas profissionais importantes, como o saudoso mestre Belmiro Fanelli, homem íntegro, digno da profissão que exercia e com ele aprendemos que o jornalismo não se pratica apenas pelo diploma, mas, pelo respeito às leis, ao bom senso e aos leitores.
Talvez o que incomoda alguns elementos, até mesmo militantes no “jornalismo profissional” através da internet e não do jornalismo impresso, é que o Jornal do Porto nasceu de maneira sólida, sem restrição a ninguém que esteja com a verdade e segue os seus princípios básicos que é o trabalho, trabalho e trabalho.
Jamais passou pela conduta editorial do Jornal do Porto de ser auto sequestrador da verdade ou de pessoas ideologicamente contrárias ao nosso conceito de trabalho.
Fazemos jornal como se faz no mundo inteiro, dentro da lei e da ordem. Dentro da honradez e do caráter. Se estas condutas incomodam e frustram alguém, lamentamos muito, pois o nosso diploma vem da família.
Esta é uma história sem meias palavras, das muitas e muitas outras que iremos contar. Afinal, são 41 anos de um veículo de comunicação que nasceu da coletividade para a coletividade, e sempre esteve e estará de portas escancaradas para enfrentar a hipocrisia ordinária dos incompetentes que não entenderam até hoje o porquê do Jornal do Porto chegar aos seus 41 anos de existência com circulação ininterrupta.
Reafirmamos aqui o nosso respeito aos milhares de leitores e assinantes, aos nossos anunciantes, aos nossos funcionários e a todos aqueles que confiam no nosso trabalho e que têm hipotecado sua solidariedade neste momento de conflitos ideológicos, mas que sairemos fortalecidos destes embates pela certeza absoluta que temos do dever cumprido em prol da sociedade ferreirense.
A todos, nosso muito obrigado! Na próxima edição estaremos rumo aos 42 anos de existência do JP.

Epílogo
Nenhum diploma de ensino profissional do mundo, seja de “jornalista”, de “professor”, de “historiador” ou qualquer outro, não é sinônimo ou recibo de idoneidade, caráter, honradez, dignidade, moral.

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