Empresa segue rigorosamente todos os padrões de potabilidade estabelecidos pelo Ministério da Saúde
A BRK Ambiental, concessionária responsável pelos serviços de água e esgoto de Porto Ferreira realiza mais de 6 mil análises todos os meses para atestar a qualidade da água fornecida à população. A água é coletada tanto na saída da estação de tratamento de água/poços do município como em diversos pontos da rede de distribuição e segue rigorosamente o que é estabelecido no Anexo XX da Portaria de Consolidação Nº 5, do Ministério da Saúde. Estes procedimentos atestam os índices de 100% de conformidade nos indicadores da água tratada e distribuída à população.

Para que a água chegue potável a toda a cidade ela passa por um processo de tratamento de 6 etapas. “O processo é rigoroso, desde a captação de água bruta, passando pelo tratamento e a distribuição da água”, explica Rogério Lima, gerente de operações da BRK Ambiental em Porto Ferreira.
Captada no, Rio Mogi Guaçú a água é encaminhada para a Estação de Tratamento de Água, onde passa pelas etapas de coagulação, floculação, decantação, filtração, desinfecção.
Além disso, a cidade conta com o serviço do Laboratório Móvel, serviço gratuito implantado pela Concessionária na cidade e que vai até as residências e comércios, sempre que houver dúvidas sobre a qualidade da água. O Laboratório Móvel analisa a potabilidade da água e permite que o controle da qualidade dessa água seja mais rigoroso e transparente.
A água distribuída no município de Porto Ferreira é monitorada e controlada por um rígido cronograma de coletas de amostras e análises que abrangem toda a rede de distribuição de água da cidade.
A concessionária alerta os clientes com relação ao uso de bloqueador de ar, reforça que nenhum equipamento com esta especificidade é aprovado pelo INMENTRO e o decreto 48/2015 da Prefeitura Municipal de Porto Ferreira considera irregular a instalação de dispositivos no hidrômetro que, de qualquer forma, possam comprometer a eficiência e precisão na medição do consumo e a qualidade da água distribuída. Por não ser um equipamento normatizado, a concessionária alerta para a possibilidade da influência na qualidade da água dos moradores.

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