A boa novidade foi divulgada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econô-mico e Social (BNDES): estão aprovadas mudanças nas regras do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima), que permitem também às pessoas físicas financiarem até 80% do sistema que transforma a luz do Sol em energia elétrica para consumo próprio em residências e em empresas, a juros favorecidos. Esse plano de estímulo termina em 29 de dezembro de 2018.

Dividido em dez subprogramas, o Fundo Clima tem como objetivo estimular a adoção de equipamentos com maiores índices de eficiência energética. Entre eles, o sistema de energia solar fotovoltaica. Limpa e renovável, o uso de energia solar é mais que consciência ambiental: é também uma questão de visão econômico-financeira, por proporcionar até 95% de economia na conta mensal de energia elétrica. As mudanças anunciadas pelo BNDES ocorrem no âmbito do subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes.
Com as mudanças, pessoas físicas podem agora financiar, entre outros itens, sistemas geradores de energia solar fotovoltaica (incluídos projeto e instalação), com taxa de juros final para o cliente de 4,03% ao ano, carência de três a 24 meses e prazo máximo de amortização de 144 meses. O Fundo Clima, vale repetir, participa com 80% dos itens financiáveis e valor máximo por beneficiário de R$ 30 milhões a cada 12 meses. É o mesmo programa que beneficia empresas, produtores rurais, entidades e órgãos públicos (exceto União). Outro detalhe importante: os recursos só poderão ser contratados por intermédio de bancos públicos (Banco do Brasil (BB) e Caixa Econômica Federal (CEF), em nossa região).
Como recomenda o diretor da Cergon Energia Solar, Renato Maestrello, outro subprograma a ser consultado dentro do Fundo Clima é o de Energias Renováveis, que também apoia investimentos em geração e distribuição de energia renovável, no desenvolvimento tecnológico e na cadeia produtiva do setor de energias renováveis. Lembra Maestrello que as condições são as mesmas das pessoas físicas e a taxa de juros só subirá de 4,03% para 4,55% ao ano no caso de renda ou faturamento superior a R$ 90 milhões anuais. Mais informações sobre o financiamento podem ser obtidas no BB e na CEF; detalhes técnicos, operacionais e sobre custos dos sistemas, na Cergon (3585-2997), em Porto Ferreira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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