Não são apenas três meras palavras. Cada uma delas tem histórias próprias. Cada uma representa um ciclo de vida. O que já se viveu, o que está se vivendo e o que se almeja viver.
É seguindo o sentido cronológico do tempo que o Jornal do Porto, assim como tudo na vida, chegou aos seus 41 anos de existência.

Quanto ao Presente, é uma história a ser registrada diariamente.
E o Futuro? Bem, podemos até projetá-lo como será, mas ninguém tira a sua magia, a sua essência guardada dentro daquela caixinha de surpresas que se abre lentamente apenas no momento exato em que se anuncia o Presente.
É dentro deste conceito que nós, do Jornal do Porto, cremos que o Futuro a Deus pertence.
E o Passado? Deixamos propositalmente para o final de nossas considerações para agradecermos o que realizamos e vivemos.
Nem tudo foi ou é um mar de rosas. Com o Passado, aprendemos muito.
Desde a nossa 1ª edição, há 41 anos, o nosso endereço sempre foi o mesmo. Ali enfrentamos o imponderável. Ali constituímos uma família, a do Jornal do Porto.
Temos a absoluta certeza que ajudamos a fomentar o progresso de Porto Ferreira nos últimos 41 anos. Criamos empregos diretos e indiretos. Pagamos impostos. Somos legalmente constituídos. Nada diferente de qualquer outra empresa ferreirense, é claro. Entretanto, o Jornal do Porto rende neste momento histórico de sua existência, às empresas ferreirenses, a gratidão e o respeito que temos por elas, pois foi graças a este apoio incondicional da maioria do setor produtivo, comercial, de entidades de classes e sociais de nossa cidade, é que estamos reverenciando hoje o nosso passado.
A história da sobrevivência do Jornal do Porto contada hoje transcendeu todas as nossas expectativas, quando recebemos de imediato o apoio de grande parte da população ferreirense, que nos acolheu com carinho e conosco caminham até hoje, mesmo enfrentando todas as dificuldades pelas quais passa o nosso País.
Registramos aqui o mais puro agradecimento da família Bellini a todos aqueles que nos cobrem de tanto carinho e amizade e pela confiança que depositam no nosso trabalho.
Nunca desejamos ser os donos da verdade e muito menos ainda da mentira.
Nenhum desafio do mundo nos coloca como reféns da mediocridade, da canalhice e da frustação pessoal de ninguém. De ninguém!
Jamais permitimos e permitiremos que influências externas espúrias pautem o trabalho editorial deste semanário.
Sempre olhamos para o futuro, reverenciando o passado, trabalhando no presente.

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