A Diretoria Ação e Resultado, do Clube de Campo das Figueiras, entregou mais uma obra de infraestrutura aos associados na manhã de domingo (04/03). A nova Quadra Poliesportiva de Areia do Parque das Churrasqueiras recebeu o nome do ex-presidente Daniel Cunha (1978-1980), que esteve presente com seus familiares.

Também presentes membros da Diretoria e do Conselho Deliberativo, além de ex-presidentes. Nos discursos, o homenageado ficou muito emocionado por ter seu nome eternizado numa obra do clube, indo às lágrimas, assim como muitos dos presentes. “Eu nunca esperava receber esta homenagem em vida. Estou muito emocionado e agradecido. Podem contar comigo para o que for preciso. Vocês todos estão de parabéns”, disse Daniel Cunha.
Ao usar a palavra em nome da Diretoria, o vice-presidente Ivan Burian falou sobre as eleições do próximo domingo (11/03), quando a chapa Ação e Resultado será candidata única a um terceiro mandato. Assim, anunciou que na próxima gestão, após o término da ampliação da Academia, será dado início ao projeto de construção uma nova sede social. “Este é um sonho de todos os associados e nossa meta para o próximo mandato”, disse Burian.
Depois da inauguração, o presidente Caio Mantovani também anunciou que a pista de mini-golfe será inaugurada nas próximas semanas e levará o nome do conselheiro Walter de Santis Júnior, o Waltinho, que também já exerceu a presidência do Conselho Deliberativo e a vice-presidência da Diretoria Executiva.
E as novidades não param por aí. De acordo com Caio Mantovani, também está em projeto a construção de um bowl de skate e uma pista de patinação ao lado da nova quadra de areia do Parque das Churrasqueiras.
Daniel Cunha
Daniel Cunha foi presidente do Clube de Campo das Figueiras de janeiro de 1978 a dezembro de 1980. Nasceu em 1941, durante a Segunda Guerra Mundial, em Portugal. Ao final da guerra, em 1945, seu pai já estava trabalhando no Rio de Janeiro e trouxe toda a família para o Brasil.
Do Rio, mudou-se para São Paulo. Hoje é naturalizado brasileiro e nunca mais voltou a Portugal. Após se casar, veio morar em Porto Ferreira. Sempre trabalhou no ramo de sucata. Sua irmã Maria Júlia, a Julinha, casou-se com Antônio Lázaro Ribaldo, o Japão, que junto com o sogro, pai de Daniel, montaram uma fábrica de vidro no município na década de 1970. Depois de uma temporada em Porto Ferreira, Daniel voltou para São Paulo. Atualmente mora em Aprecida do Taboado, no Mato Grosso do Sul.
No final da década de 70 lançou sua candidatura à presidência do clube por sentir que faltavam mais opções de diversão para as famílias e as crianças. Foi o único candidato e venceu o pleito.
Uma de suas primeiras ações foi regularizar a arrecadação das mensalidades junto aos associados, para que o clube tivesse uma receita capaz de suprir suas necessidades.
Também investiu na área social, com bailes que traziam artistas famosos. Inovou ao construir as primeiras quadras de tênis e a quadra do paredão. Hoje costuma dizer a todos que dificilmente se encontra no Brasil um clube tão lindo como o Clube de Campo das Figueiras.

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