O prefeito Rômulo Rippa recebeu uma resposta da Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) sobre solicitação de estudo para verificar a conveniência de estabelecer um limite de velocidade menor que o atual entre os quilômetros 224 e 226 da via Anhanguera, isto é, no trecho localizado em frente à Avenida do Comércio (segmento da avenida João Martins da Silveira Sobrinho, no Jardim Santa Marta, que concentra as lojas de cerâmica artística e decoração).

A solicitação para redução da velocidade no trecho, cujo limite é de 110 km/h, foi feita pelo prefeito Rômulo Rippa com o objetivo de aumentar a segurança no local. E ainda seria uma forma de valorizar aquela região empresarial, que representa um crescente polo de desenvolvimento do turismo de negócios. Esta solicitação também teve o respaldo da Câmara Municipal e de empresários do setor.
A Artesp é a autarquia estadual responsável por regular e fiscalizar o Programa de Concessões Rodoviárias, o transporte coletivo intermunicipal de passageiros e todos os serviços de transporte público delegados no Estado de São Paulo.
Em resposta à solicitação do município, diretores da agência afirmaram em ofício que “não é coerente a redução da regulamentação da velocidade” no trecho. Um estudo da concessionária Intervias, que foi base para a resposta da Artesp, chegou a duas constatações: mais da metade dos acidentes no trecho são potencialmente correlacionados com a velocidade; a velocidade praticada pelos usuários é acima da velocidade regulamentada na via.
Assim, a Artesp diz que reduzir ainda mais o limite de velocidade num trecho em que este já é desrespeitado “poderia inclusive agravar o desrespeito, causando uma maior insegurança viária para o segmento”.
A agência estadual ainda informou que solicitou à Intervias que disponibilize o estudo ao DER (Departamento de Estradas de Rodagem), que é o órgão responsável pela operação de radares estáticos, e à Polícia Militar Rodoviária, responsável pela operação dos radares móveis, “de forma a subsidiá-los a incrementar a fiscalização no segmento”, diz o ofício.
“Nós respeitamos o entendimento da Artesp, mas acredito que a redução do limite poderia ser implantada, sim, com a colocação de radares ao longo deste trecho, que nem é tão extenso, a exemplo do que acontece na mesma via Anhanguera quando você chega em Ribeirão Preto. Continuaremos buscando apoio e um meio para tentarmos implantar nosso objetivo”, explicou o prefeito Rômulo Rippa.
Fonte: Assessoria de Comunicação, Cerimonial e Eventos - Prefeitura de Porto Ferreira

0
0
0
s2sdefault

Jornal do Porto TV